sábado, 15 de dezembro de 2007

Saudosa paz.

Aquela paz que você me dava, por onde se perdeu? Quem sabe, agora, é a hora de voltar a vestir-me com as antigas vestes? Mas elas estão pequenas, eu cresci tanto, que nem mais as reconheço. Procuro a tua paz por todas as esquinas, em todos os cantos onde ela gritava, sem a encontrar. Eu a circundava tão bem, meus olhos não desviavam-se dela, por isso, não sei como fui perder o que de mais precioso possuía. Tua paz, aquela que me faz amada, aquela que me mantém aconchegada mesmo no inverno mais rigoroso, ela se foi e minha alma se perde em meio a tudo que não é a tua paz. Se vivo, é para reencontrá-la, e só. Sonho e acredito no dia em que a acharei, de braços abertos, esperando por mim.

4 comentários:

Estheraz disse...

nossa, isso me remete tanto à infancia...

vai ver nem foi sua intenção!

isso é bacana demais!

lindo Jeh!

Henrique W. disse...

o caminho mais curto até a paz é a guerra...

estranho, né?

allan.mathias disse...

...estou escrevendo um novo poema, a papel e caneta! rsrsr adoro isso!

a única diferença é q eu nao vou trancá-lo a sete chaves e muito menos penso em jogar ele no lixo...

vou postar ele no meu blog!
espere e verás!..

bjs

Anônimo disse...

ei!
a driel falou e eu assino em baixo, seus textos são mto bons!
os meus não chegam nem perto ams pra acaba com o tédio de férias fiz um blog também!
http://adoroquandochove.blogspot.com/
da uma olhada depois!
té mais, bjo!